Desde 1810, o nome Petrus já consta no cadastro. Na época, o cru contava com apenas alguns hectares. O mito começa por volta de 1945 com sua antiga proprietária Madame Loubat, que compreendeu que, neste terroir frio, a colheita deveria ser feita mais tarde para alcançar uma maturação ideal.
Os vinhos então progrediram de forma espetacular, e como cereja do bolo, a presença de Pétrus e de sua proprietária na coroação da rainha Elizabeth da Inglaterra consagrou este Pomerol do outro lado do Canal da Mancha. Graças à compra de 5 ha de Gazin na década de 1960, Pétrus conta com 11,5 ha excepcionalmente situados em um botão de argilas negras expansivas repousando sobre uma camada de óxido de ferro, no centro do platô.
Em 1964, a chegada do jovem enólogo Jean-Claude Berrouet, apoiado devidamente pela família Moueix, permitiu que o cru se afirmasse realmente no cenário mundial. Em 2008, seu filho Olivier o sucedeu com sucesso. São necessários pelo menos vinte anos para apreciar plenamente este cru mítico.
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PÉTRUS 1979
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