Pingus é o apelido de Peter Sisseck, enólogo dinamarquês estabelecido na Espanha desde 1990. Tornou-se principalmente um nome que soa doce ao ouvido do apreciador, pois Pingus evoca um dos maiores vinhos da Espanha e do mundo. Vinhateiro itinerante, Peter Sisseck fez sua formação em Bordeaux, na Califórnia, antes de se estabelecer na Ribera del Duero, na Hacienda Monasterio. Seu amor à primeira vista pelos grandes terroirs castelhanos e sua casta principal, o Tempranillo, concretizou-se em 1995 com a primeira safra de Pingus, um vinho produzido em volumes muito pequenos. Um feliz acaso o fez encontrar Robert Parker em Bordeaux, que ficou encantado com a qualidade do vinho. O mito Pingus nasceu.
Este cuvée, tão raro (6000 garrafas) quanto caro, provém de dois vinhedos muito antigos (mais de 80 anos) de Tempranillo situados na região de La Horra, dos quais são selecionados apenas os melhores barris. Rendimentos ridiculamente baixos (11 hl/ha) e uma seleção grão a grão explicam a concentração fora do comum de Pingus, que adiciona a essa potência uma dimensão de finesse e elegância muito singular. Pingus tem um irmão menor, o Flor de Pingus, notável em intensidade.
Desde 2007, Peter Sisseck criou um comércio de alta gama, através do cuvée Psi, proveniente exclusivamente de vinhas velhas de Tempranillo, com o mesmo sucesso. Um prodígio!
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Psi - Dominio de Pingus 2014
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